Mesas Redondas de Debate

Empreendedorismo, Emprego e Formação

Moderadora: Ana Lúcia – CRIA
Convidados: Hugo Barros – CRIA • António Travassos – IEFP • Ricardo Mariano – Jovem empresário

Encararmos-mos um pouco como um plano de negócios e apostar na nossa formação continua é umas das tendências para esta geração jovem.

Esta foi uma das ideias que surgiu desta mesa redonda dirigida pelo CRIA, IEFP e um jovem empresário.
Ao assistirmos a um constante mudança de paradigmas e a um ritmo de vida “acelerado”, torna-se essencial acompanharmos a informação (internet) e pesquisarmos o mercado e suas competências.

Outra realidade que assistimos atualmente são os estágios profissionais e as novas medidas de incentivo ao emprego. Isto é visto como uma alternativa e oportunidade aos jovens e uma maneira de proteger os mais velhos. No entanto não basta ficar à espera, e a proposta é abastecer a nossa bagagem de conhecimento acerca destas medidas e fazermo-nos à estrada, dando a conhecer estes incentivos às próprias entidades empregadoras.

Tal como foi referido por um dos oradores: ” Ser empreendedor é ter atitude. É querer e fazer.”

Como última referência aos temas de conversa, não podia deixar de ser referido a responsabilidade social. E essa foi umas vertentes do empreendedorismo, apontadas pelo jovem empresário, Aliar a importância da ação social no empreendedorismo.

O CRIA falou sobre a elaboração de um plano de negócios. O surgir uma ideia, depois os passos a dar com essa ideia. Ter uma perspectiva o que está na moda, ou seja, observar as tendências das pessoas e o mercado. Também abordou o desenvolvimento das competências pessoais e profissionais e por fim a parte do financiamento, onde existe uma “formula” dos 3 F, que em português quer dizer amigos, família e malucos. São ideias que um empreendedor pode ter para conseguir partir para um negócio.

O IEFP, foi a parte dos estágios e novas medidas que já falei. E o Ricardo foi passar um sonho para a realidade.
Onde empreendedor é ter atitude. É ter vontade e estar preparado para as quedas, e para as subidas. Falou das suas empresas e alguns dos passos que deu para conseguir chegar onde está. Entre elas viagens sem saber bem como ia ser, perdas de dinheiro, mas também muita persistência.
No fim mostra-nos a importância para ele da responsabilidade social, e como isso faz-lhe todo o sentido pessoalmente e profissionalmente. Apresentou-nos algumas dos exemplos que pratica em atos de solidariedade social.

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